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Quem sou eu?
Olá! Sou Bruno Rufino, psicólogo com registro no Conselho Regional de
Psicologia nº 06/183556. A linha teórica que utilizo em meus atendimentos é a
Fenomenologia Existencial. Vivência sólida em Psicologia Organizacional com
desenvolvimento humano, atendimento psicossocial em políticas públicas.
Pós Graduado em Avaliação Psicológica, Sexualidade e Fenomenologia Existencial. Formado pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR) em Fortaleza- CE. Tenho
como foco atuar com atendimento:
Vamos falar brevemente porque fazer terapia e conhecer a linha teórica utilizada no mesmo contexto clínico.
Foi-se o tempo em que a psicoterapia era vista com certo preconceito ou era
indicado apenas para transtornos psicológicos específicos. O motivo para essa
mudança é simples: com o avanço da tecnologia e a aceleração do consumo de
informações no nosso dia a dia, passar por momentos em que não conseguimos
lidar sozinhos com algum tipo de sofrimento psicológico em alguma parte de
nossas vidas se tornou cada vez mais comum. Portanto, a terapia vai contribuir
com qualquer pessoa que possui questões emocionais ou psicológicas que estão
afetando a sua qualidade de vida ou rotina, ajudando a compreender e a lidar de
forma mais construtiva com o sofrimento psicológico existente através de
intervenções a cada sessão, possibilitando uma nova perspectiva na visão de si
mesmo, do mundo e de seu futuro.
A terapia existencial fenomenológica é uma abordagem dentro da psicologia que entende o ser humano a partir de uma visão positiva. Desta forma, acredita que a pessoa atendida não deve ser tratada de forma passiva, mas sim ajudando-a a se perceber como responsável por suas escolhas e protagonista de sua vida. A psicoterapia fenomenológica–existencial propõe que a compreensão do paciente ocorra na relação específica e concreta: terapeuta-paciente, isto é, que esteja referida à situação do atendimento, ao encontro terapeuta-paciente e à compreensão daquilo que aparece no existir do paciente. priorizando, assim, o entendimento …Na Relação Terapêutica na psicoterapia fenomenológica–existencial, o cliente é quem se coloca e toma as iniciativas, ele centraliza sua atenção e o terapeuta acompanha esse processo, refletindo, amplificando, destacando e estimulando o processo de descoberta que é do cliente